sábado, 26 de março de 2011


" O amor não morre de velhice, em paz com a cama e com a fortuna dos dedos. Morre com um beijo dado sem ênfase. Um dia morno. Uma indiferença. Uma conversa surda. Morre porque queremos que morra. Decidimos que ele está morto. Facilitamos seu estremecimento." - Fabrício Carpinejar

Nenhum comentário:

Postar um comentário