terça-feira, 5 de abril de 2011


" (...) o vento e novamente o vento que bate em teu rosto, esse mesmo que não me olha agora, raramente, teu olho bate em mim e logo se desvia, como se em minhas pupilas houvesse uma faca, uma pedra, um gume (...)" - Caio Fernando Abreu

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