sexta-feira, 22 de junho de 2012


" Soprei a poeira devagar. O sol que invadia o quarto pela fresta da janela iluminava os grãos de areia, dourava-os como o pólen de um flor. O som começou a tocar seus primeiros acordes. EdithPiaf me perguntava pra quê serve o amor. (...) Talvez seja para isso, Edith, que sirva o amor. Para nos mostrar que no fundo, no final, na raiz das coisas que achamos que conhecemos, eis a nossa plenitude de vida: essa sensação de ser de alguém até nos nossos gestos e atos." - Beatriz Marques

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