" Soprei a poeira devagar. O sol que
invadia o quarto pela fresta da janela iluminava os grãos de areia, dourava-os
como o pólen de um flor. O som começou a tocar seus primeiros acordes. EdithPiaf me perguntava pra quê serve o amor. (...) Talvez seja
para isso, Edith, que sirva o amor. Para nos mostrar que no fundo, no final, na
raiz das coisas que achamos que conhecemos, eis a nossa plenitude de vida: essa sensação
de ser de alguém até nos nossos gestos e atos." - Beatriz Marques

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