" Eu poderia ser tua hoje, seu moço. Nem precisa colher nada não. As mãos que seguram teus queixos poderiam desenhar minha boca em movimentos precisos enquanto eu saciava minha vontade de escrever em cada cantinho teu. Coisas absurdamente levianas. Coisa nenhuma. Tocar. De-di-lhar. É o que me ocorre enquanto você fecha meus olhos. Você poderia começar a esxistir na minha lingua, aqui, molhando teus dissabores. Ou então que me mastigue uma história sobre toda aquela coisa que a primavera faz com as cerejeiras, clichês, a cor do meu vestido, a transa de Caetano, teucorponomeucorponoteu." - Jaya Magalhães
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